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Sinplast-RS convoca associados para Assembleia Geral Ordinária

3ª Geração - Sinplast-RS 40 anos
Destaque

Sinplast-RS convoca empresas associadas para Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária

O Sinplast-RS, de acordo com os dispositivos legais e estatutários, convoca as empresas associadas e que estejam em dia com todas as suas contribuições para a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, que acontecerá no formato híbrido, no dia 08 de novembro, em primeira convocação às 09h30 e em segunda convocação às 10h com qualquer número, para analisar e deliberar sobre a Contribuição Assistencial para 2023; a previsão orçamentária para o exercício de 2023; as negociações feitas com filiadas e associadas quanto a Contribuição Assistencial e Associativa, com reduções e parcelamentos; assim como autorizar a Diretoria a também negociar casos futuros e convenções coletivas do trabalho em 2023, aí incluída a autorização para todos os procedimentos, até judiciais, a elas relativos. 

O edital foi publicado no Jornal do Comércio desta quarta-feira, dia 26.10.2022 (veja abaixo). Participe! 

26.10
PorAqui

Artigo: Medição econômica

Leia abaixo o artigo escrito pelo Secretário Executico do Sinplast-RS e Consultor de Negócios, Gilberto Mosmann, sobre desempenho da economia. 

Não vou apelar para o economês. Nem cabe em finais de semana, no ABC, quando os temas devem ser mais levemente tratados. Apenas, vou explicar um pouco sobre o que mede o desempenho da economia. Atualmente essa medição é um bocado diferente de como ocorria uns tempos atrás. Até os fins do recente século anterior, bastava atentar para dois números, o do Produto Interno Bruto, do crescimento ou não das riquezas nacionais, e o da inflação, referente aos preços dos produtos e dos serviços. Portanto, a análise econômica dava-se numa direção estreita, com dois elementos informativos. Na atualidade, a economia se analisa com outros fatores, com indicadores adicionais, mais subjetivos, que nela intervêm. Quando constituíamos uma economia voltada para dentro, mais fechada para o mercado interno, a situação era bem mais simples.  

Hoje, por exemplo, acontecimentos no Oriente, nos afetam aqui, não só como a pandemia iniciada na China. Não se trata do fenômeno da globalização, mas da crescente interelação dos países e das economias nacionais no seu conjunto, dado ao fluxo dos negócios e das negociações monetárias. Se a Alemanha está combalida nos negócios, ela compra menos. Quando a safra da laranja nos Estados Unidos sofre com as intempéries, o Brasil vende bem mais dessa fruta para o mercado americano.   

Os números não são mais isolados. Há muito mais indicadores por detrás de uma economia, seja em valores efetivos, absolutos, seja em números relativos, dos percentuais, seja em informações sobre expectativas. Números são bons instrumentos quando adequadamente levantados e atualizadamente acompanhados. Dois desses indicadores mais subjetivos passaram a ser importantes. Assinalo-os: o da confiança do empresariado e o da confiança dos consumidores, quanto ao mercado e ao consumo. Um e outro influem em vendas, em compras e em investimentos.  

São sensibilidades, não números, de quem produz e de quem compra. Daí o maior cuidado com a simples leitura de números, quando se examina a economia. Eles exigem de nossa parte mais do que comparar valores, pois embutem a necessidade do senso crítico, para não tirarmos conclusões incompletas, apressadas ou incorretas. 

Ademais, quando se trata de inflação, por exemplo, no início do ano muitos pessimistas apregoavam que ela bateria os dez por cento em 2022. Mas agora está ao redor dos seis por cento. Já a taxa de crescimento econômico, portanto, do PIB, era prevista com um por cento positivo. Em final de setembro, estava em quase três por cento. Números, portanto, não são verdades finalísticas. Quase sempre, as projeções na economia esbarram em realidades imprevistas e as previsões se alteram. Vamos fechar o ano melhor do que o esperado em seu início. Como resultante de boas medidas governamentais, sim, mas acima de tudo, como esforço dos que produzem, dos que vendem e dos que compram, aqui e lá fora. Cuidado, pois, com dados isolados na medição econômica. 

FiquePorDentro

População pode contribuir com legislação sobre reciclagem de plástico 

O Ministério do Meio Ambiente abriu uma consulta pública para receber as contribuições para aumentar a reciclagem do material e evitar o descarte inadequado nas ruas, rios e mares. A sociedade brasileira pode contribuir com a proposta de um decreto para instituir o sistema de logística reversa de embalagens de plástico.  

Por meio da logística reversa, as embalagens de plástico retornarão para o ciclo produtivo, com geração de empregos verdes, preservação de recursos naturais e redução da poluição ambiental. Outro benefício está no estímulo à inserção produtiva e remuneração de cooperativas de catadores de materiais recicláveis na prestação de serviços de coleta, triagem e transporte de embalagens de plástico. Além disso, a reciclagem contribui para a diminuição da emissão de gases de efeito estufa e do consumo de água e de energia na indústria. 

As contribuições para a consulta pública sobre a proposta de Decreto podem ser feitas até o dia 4 de novembro, exclusivamente através da Plataforma Participa +Brasil, por meio deste link.   

Fonte: Gov.br


Grupo Heineken adota embalagem com 30% de plástico reciclado em ação que une impacto social e ambiental

Compromissado com a ampliação de seus impactos ambientais e sociais, o Grupo Heineken adotou mais uma iniciativa para estimular a circularidade do plástico, além de contribuir com a atuação de cooperativas. A companhia começou a utilizar 30% de PCR (post consum resin – resina pós consumo, na livre tradução) nas embalagens de filme Shrink da marca Devassa em 2022 e pretende estender para toda a categoria mainstream a partir de 2023, prevendo um potencial de reutilização de 765 toneladas de plástico em 2023. 

Fonte: Tribuna Hoje


Braskem investe em expansão de capacidade e parcerias para produção de plástico
de fonte renovável

A Braskem anunciou a expansão da produção dos biopolímeros I’m green, plástico de fonte renovável produzido a partir da cana-de-açúcar. A ação exemplifica o compromisso da empresa com a economia circular e sua ambição de alcançar a neutralidade de carbono até 2050, além de marcar um passo importante em direção a uma mudança global em toda a indústria. No momento, cerca de 200 mil toneladas de biopolímeros são produzidas por ano no Brasil, capacidade essa que será expandida para 260 mil toneladas. Em 2030, a expectativa é de que essa quantidade chegue a 1 milhão de toneladas. 

Durante a Feira K, a maior dos setores de plásticos e borracha, em Düsseldorf, na Alemanha, a empresa destacou recentes investimentos e ações em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para produção de resinas e produtos químicos com maior captura de carbono, além de ações de incentivo à eficiência energética. 

Fonte: Braskem

NaMidia

Gaúchos na Feira K são destaque no JC

A participação das 20 indústrias associadas para visitação à Feira K, com apoio do Sinplast-RS foi destaque no Jornal do Comércio de terça-feira, 25/10. 

Confira: 

Jornal do Comércio

Artigo sobre o meio ambiente é destaque no Pioneiro, de Caxias

Neste final de semana, o artigo de Luiz Henrique Hartmann, coordenador do Energiplast, teve destaque no jornal Pioneiro, de Caxias do Sul. 

Confira: 

Pioneiro (1)
NasRedes

Setor plástico na Feira K:
acompanhe pelo Instagram

O Instagram do Sinplast-RS está veiculando desde a última semana, vídeos com depoimentos de empresários gaúchos sobre expectativas e o que tem chamado atenção na Feira K, na Alemanha. Acompanhe por aqui. Em novembro, o Sindicato realizará o II AtualizaPlast, como forma de trazer ao setor os principais destaques do evento.

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